Notícias
Fenômeno La Niña estará totalmente configurado somente na safra de verão 2017/18
CLIMA | 21/12/2016 10h 02min

Em entrevista ao Notícias Agrícolas, o climatologista Luis Carlos Molion fez um balanço do clima em 2016 e também falou sobre as expectativas para os próximos anos, indicando uma tendência de continuidade do La Niña até 2019.
Com o El Niño, houve uma redução significativa de chuvas em todo o Brasil, com exceção do sul do país. No entanto, o climatologista lembra que o acúmulo de déficit de chuvas vem desde o ano de 2012, quando houve redução de volumes pluviométricos para todo o leste do Brasil e para a região de Rondônia.
No ano de 2013, o quadro foi continuado, embora não tão intenso. Em 2014, toda a parte leste voltou a ter reduções significativas e, em 2015, esse quadro aumentou mais ainda. O El Niño se dissipou entre maio e junho de 2016, mas as características deficitárias, segundo Molion, persistiram.
O atual momento é de formação do La Niña ( resfriamento das águas do Pacífico) . O climatologista apresenta uma tendência de continuidade do La Niña, embora alguns dados mostrem um declínio do fenômeno para os próximos meses, apontando para um clima neutro a partir de fevereiro. No entanto, pelo histórico de similaridade com os anos de 1997-2001, ele demonstra que o fenômeno deve continuar influenciando no clima.
Molion lembra que os anos de 1997 e 1998 tiveram o El Niño mais forte do século passado. Embora não na mesma intensidade, ele acredita que as águas do Oceano Pacífico ficarão mais frias em 2016 e que, por essa similaridade, permaneçam assim até o ano de 2019.
Para o plantio, ele lembra também que muitos produtores que arriscaram fazer suas produções antes de se estabelecer o padrão de chuvas, que começou a partir da segunda quinzena de novembro, tiveram que replantar. No entanto, ele diz ainda que, no passado, o país enfrentou secas muito mais severas.
"Se a gente for olhar os históricos, tivemos secas muito mais severas no passado", diz Molion. Ele aponta o final da década de 1920 até o ano de 1938 como um dos períodos mais críticos, além de uma seca que assolou o Sudeste do país em 1963.
No entanto, o agronegócio ainda era uma cultura de pequena escala nessa época. A seca de 2016, para ele, não é severa, embora a deficiência de chuva venha se acumulando desde 2012. "Mas hoje, uma seca que não é tão severa tem um impacto econômico muito maior", observa.
Fonte: Notícias Agrícolas
Balcão de Emprego
Veja +
A Lubefer é uma indústria Brasileira com 40 anos de mercado no segmento de Ferramentas e Ferragens, estamos contratando novos representantes comerciais para a região de Lucas do Rio Verde e para o estado de Mato Grosso, os candidatos devem enviar uma apresentação- curriculo para o WhatsApp (11) 3378-6448.
Anunciante: Lubefer
Contato: (11) 3378-6448 /
Atualizado dia 02/03/2026
VAGA: Mecânico REQUISITOS: Conhecimento de motores elétricos e a combustão, Habilitação B. Atividades: Manutenção preventiva e corretiva de máquinas elétricas e combustão. Visita técnica e suporte e orientações aos clientes. Salario a combinar.
Anunciante: CASA DO CONSTRUTOR
Contato: +5565984442394 / lucasrv.financeiro@casadoconstrutor.com.br
Atualizado dia 05/01/2026
Estamos contratando, vaga: atendente - quiosque em Lucas do Rio Verde Escala 12 x36 Necessário experiência em atendimento ou caixa. Grau de escolaridades - Ensino médio
Anunciante: DANIELLA MONTEIRO CALDAS
Contato: 66999591235 / curriculonuttycerado@gmail.com
Atualizado dia 01/10/2025
PROCURO VAGA DE TRABALHO DIARISA., RESIDENCIA, FAZENDA E ESCRITORIO.
Anunciante: GERUZA CARVALHO DE OLIVEIRA
Contato: (65)9.9681-2613 /
Atualizado dia 01/10/2025
PROCURO TRABALHO DE AUXILIAR DE LIMPEZA, JARDINAGEM SERVIÇOS GERAIS EM FAZENDAS, COM ALOJAMENTO SE POSSIVEL
Anunciante: FRANCISCO JORDE DE ANDRADE
Contato: 66992136413 /
Atualizado dia 01/10/2025
