Olá! Utilizamos cookies para oferecer melhor experiência, melhorar o desempenho, analisar como você interage em nosso site e personalizar conteúdo. Ao utilizar este site, você concorda com o uso de cookies.

Notícias

Segurança Pública: governo e oposição travam disputa por pauta no Congresso

Brasil | 31/10/2025 09h 37min

Na esteira da operação policial mais letal da história do Rio de Janeiro, o governo federal e a oposição no Congresso Nacional competem entre si na articulação do andamento de propostas que miram o tema da segurança pública.

A oposição articula para que o projeto que equipara crimes de facções e milícias ao terrorismo ande antes da PEC (proposta de emenda à Constituição) sobre o tema na Câmara.

A proposta defendida por deputados de direita é criticada por governistas e é articulada pelo secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite.

Como já há urgência aprovada, o texto pode ser votado diretamente no plenário da Câmara. Depende apenas de uma decisão do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).

O movimento da oposição também mira se adiantar a uma terceira proposta que também ganhou atenção em Brasília e pode ser enviada pelo Palácio do Planalto nesta sexta-feira (31) ao Congresso Nacional: o PL antifacção.

O texto aguarda o aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e está sob análise da Casa Civil, após ter sido finalizado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

A proposta foi lida como uma tentativa do Palácio do Planalto de mirar o eleitorado da direita em 2026. O texto foi preparado antes da operação do Complexo da Penha.

O que diz cada texto

PEC da Segurança

A proposta de emenda à Constituição dá status constitucional ao SUSP (Sistema Único de Segurança Pública), criado em 2018 por lei ordinária, e prevê uma maior integração entre União e entes federados para elaborar e executar as políticas voltadas à segurança pública.

Também inclui na Constituição o Fundo Nacional de Segurança Pública e o Fundo Penitenciário Nacional.

Pelo texto, a PRF (Polícia Rodoviária Federal) passa a ter seu escopo de atuação ampliado para incluir atribuições de policiamento ostensivo em ferrovias e hidrovias, além das rodovias.

 

Além disso, a proposta ainda inclui as guardas municipais no rol dos órgãos de segurança pública previstos na Constituição.

PL antifacção

O projeto de lei do governo cria a modalidade de organização criminosa qualificada para aplicar a casos em que há domínio de território ou controle de atividades econômicas.

A pena prevista passa a ser de 8 a 15 anos de prisão para grupos que busquem controlar territórios ou atividades econômicas mediante violência, coação ou ameaça.

Em caso de homicídio praticado por ordem ou em benefício de facção, o texto prevê que a punição pode subir para de 12 a 30 anos de prisão. Também há o endurecimento de penas para condenados por organização criminosa simples, que passam de 3 a 8 anos para 5 a 10 anos de prisão.

A proposta cria o Banco Nacional de Organizações Criminosas e determina a apreensão e a perda de bens de investigados e de terceiros ligados às organizações criminosas, mesmo em casos de extinção da punibilidade ou absolvição.

O texto ainda obriga operadoras e provedores de internet a disponibilizar dados de geolocalização e registros de conexão de investigados. Empresas de comércio eletrônico, operadoras de cartão de crédito, plataformas de pagamento digital e fintechs também deverão fornecer registros de compras e pagamentos dos investigados.

O projeto ainda prevê o monitoramento audiovisual de visitas e encontros de presos ligados a facções, mediante autorização judicial.

PL antiterrorismo

Já a proposta defendida pela direita altera a Lei Antiterrorismo e inclui no conceito do crime as práticas que buscam "impor domínio ou controle de área territorial", equiparando as facções criminosas a terroristas.

Atualmente, a legislação prevê que a pena para atos de terrorismo é de prisão, de 12 a 30 anos.

Pelo texto apoiado pela oposição, em prática de sabotagem, inutilização ou interrupção de infraestruturas críticas, ou serviço de utilidade pública por meio de recursos cibernéticos, a pena será aumentada de um terço.

A ideia é que o projeto também mire aumento de pena em casos de utilização de armamento de guerra, como granadas e fuzis.

Fonte:   CNN Brasil

Balcão de Emprego

Veja +

A Lubefer é uma indústria Brasileira com 40 anos de mercado no segmento de Ferramentas e Ferragens, estamos contratando novos representantes comerciais para a região de Lucas do Rio Verde e para o estado de Mato Grosso, os candidatos devem enviar uma apresentação- curriculo para o WhatsApp (11) 3378-6448.

Anunciante: Lubefer

Contato: (11) 3378-6448 /

Atualizado dia 02/03/2026

VAGA: Mecânico REQUISITOS: Conhecimento de motores elétricos e a combustão, Habilitação B. Atividades: Manutenção preventiva e corretiva de máquinas elétricas e combustão. Visita técnica e suporte e orientações aos clientes. Salario a combinar.

Anunciante: CASA DO CONSTRUTOR

Contato: +5565984442394 / lucasrv.financeiro@casadoconstrutor.com.br

Atualizado dia 05/01/2026

Estamos contratando, vaga: atendente - quiosque em Lucas do Rio Verde Escala 12 x36 Necessário experiência em atendimento ou caixa. Grau de escolaridades - Ensino médio

Anunciante: DANIELLA MONTEIRO CALDAS

Contato: 66999591235 / curriculonuttycerado@gmail.com

Atualizado dia 01/10/2025

PROCURO VAGA DE TRABALHO DIARISA., RESIDENCIA, FAZENDA E ESCRITORIO.

Anunciante: GERUZA CARVALHO DE OLIVEIRA

Contato: (65)9.9681-2613 /

Atualizado dia 01/10/2025

PROCURO TRABALHO DE AUXILIAR DE LIMPEZA, JARDINAGEM SERVIÇOS GERAIS EM FAZENDAS, COM ALOJAMENTO SE POSSIVEL

Anunciante: FRANCISCO JORDE DE ANDRADE

Contato: 66992136413 /

Atualizado dia 01/10/2025